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Última notícia Abril 2013

// 16 de Maio de 2013

Toda a evidência disponível até o momento em denervação renal
A Hipertensão resistente é a impossibilidade de controlar a tensão arterial apesar do uso de 3 ou mais drogas diferentes incluindo um diurético. Para a maioria dos estudos...


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  • Validación del Criterio BARC (Bleeding Academic Research Consortium Definition of Bleeding) en pacientes tratados con angioplastia
    A segurança do tratamento farmacológico no acompanhamento após um ano das intervenções coronarianas. Comentário do Juan Simón Muñoz, MD
  • Aspirina... o que dizer das Estatinas?
    Comentário do Alejandro Lakowsky, MD, MTSAC
  • Em pacientes com histórico de AVC, Ticagrelor é superior ao Clopidogrel
    Uma subanálise do estudo PLATO demonstrou superioridade e segurança semelhantes do ticagrelor em todos os pacientes, independentemente do histórico anterior de acidente vascular cerebral
  • ASCERT: CRM vs ATC em pacientes idosos com doença coronariana multivaso..
    A mortalidade a 4 anos foi menor com cirurgia vs. angioplastia em pacientes com doença coronariana de 2 e 3 vasos
  • Três Regras para Identificar o Infarto no Plantão
    Prioridade na Avaliação Eletrocardiográfica Imediata no Plantão: Validação de um Algoritmo
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  • Ticagrelor vs Clopidogrel no IAM com supradesnivelamento do ST
    Ausência de efeito na qualidade da reperfusão miocárdica (Resultados do Subestudo Eletrocardiográfico do Estudo PLATO)
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  • Cierre Percutáneo de la Orejuela: evidencia, resultados, entrenamiento del equipo.
    Nuestros editores conversaron con el Dr. Aníbal Damonte
  • 29-11-2011
    CABG sem circulação extracorpórea diminui a incidência de AVC pós-operatório.

    De acordo com os resultados de um estudo publicado na revista European Heart Journal, os pacientes tratados com CABG (Coronary Artery Bypass Grafting) sem circulação extracorpórea (off-pump) experimentam um terço menos de AVC pós-operatórios que os submetidos à cirurgia convencional. Porém, ambos os procedimentos estão associados a taxas similares de mortalidade precoce e infarto de miocárdio.
    Para chegar a essa conclusão, os autores da Universidade McGill de Montreal (Canadá), dirigidos por Jonathan Afilalo, realizaram uma meta-análise de 59 estudos clínicos controlados publicados na literatura e em diversas bases de dados, até janeiro de 2011. Assim, foram coletados dados correspondentes a 8.961 pacientes, 4.461 dos quais foram submetidos à CABG sem circulação extracorpórea e 4.500 a um procedimento convencional.
    Referência: Afilalo J, RAsti M, Ohayon SM, et al. Off-pump vs on-pump coronary artery bypass surgery: an updated meta-analysis and meta-reggresion of randomized trials. Eur Heart J 2011. Epub ahead of print.
  • 29-11-2011
    Revascularização incompleta e mortalidade em pacientes com doença multivaso.

    Um estudo realizado por Wu C. e colaboradores, publicado recentemente, mostrou que nos pacientes com doença multivaso a revascularização incompleta está associada com um discreto, mas significativo, incremento da mortalidade no longo prazo. Após definir como revascularização completa a diminuição da estenose até menos de 50% em todas as lesões estenóticas dos principais vasos coronários epicárdicos, na hospitalização inicial ou durante os 30 dias seguintes ao egresso, os autores determinaram os desfechos em uma coorte formada por 13.016 pacientes. Usando um modelo de regressão logística, determinaram que em 3.803 deles (29,2%) foi atingida uma revascularização completa (CR) e em 9.213 (70,8%) incompleta (IR). Geralmente, os integrantes do grupo IR, que eram de mais idade e, maiormente negros ou hispânicos, apresentaram menores valores de fração de ejeção e de oclusão total de 3 vasos, e uma taxa mais alta de co-morbidades (infarto de miocárdio, doença vascular encefálica e insuficiência cardíaca), em comparação com os sujeitos do grupo CR.
    A análise comparativa pareada mostrou uma maior de sobrevivência após 8 anos entre os pacientes do grupo CR (80,8%) com relação à registrada nos pacientes do grupo IR (78,5%), para uma p= 0,04, sendo que a probabilidade de morte foi superior entre aqueles com mais de um vaso tratado de forma incompleta, mas esta última diferença não atingiu um significado estatístico.
    Referência: Wu C, Dyer AM, Kinas SB, et al. Impact of incomplete revascularization on long-term mortality after coronary stenting. Circ Cardiovasc Interv 2011; 4: 413-21.
  • 29-11-2011
    Terapia antiplaquetária dupla: seis meses são suficientes.

     

    Segundo os resultados de um estudo realizado por Kandzari e colaboradores, os pacientes tratados com STENTS revestidos com zotarolimus (ZES, por Zotarolimus-Eluting-Stents) e tratamento antiplaquetário duplo por seis meses, não apresentaram uma maior incidência de eventos isquêmicos em comparação com os que receberam tratamento antiplaquetário duplo por 12 meses. Nesta pesquisa, que incluiu 2.032 pacientes submetidos à PCI com ZES, 1.414 em total receberam terapia antiplaquetária dupla por 6 meses e permaneceram livres de eventos isquêmicos durante todo o seguimento (três anos). Por outro lado, a adesão à terapia antiplaquetária dupla foi de 100% após seis meses; 47,9% após 12 meses; 38,5% após 24 meses e 28,8% após três anos. Baseados nos resultados obtidos, os autores concluíram que nos pacientes submetidos à revascularização percutânea eletiva com ZES, a segurança e a incidência de eventos adversos não dependem da duração da terapia antiplaquetária dupla, administrada em uma faixa de variação de 6 meses a mais de 2 anos.
    Referência: Kandzari DE, Barrer CS, Leon MB, et al. Dual antiplatelet therapy duration and clinical outcomes following treatment with zotarolimus-eluting stents. JACC Cardiovasc Interv 2011; 4: 1119-28.2011; 4: 1119-28..

  • 07-10-2011
    A CTA coronária nas urgências diminui os custos e acelera o diagnóstico.

     

    A utilização da angiografia tomográfica computadorizada (CTA) coronária nos serviços de urgências permite reduzir os custos e realizar diagnósticos mais precoces que as técnicas por imagens de perfusão miocárdica, sem afetar a segurança ou a precisão diagnóstica, conforme os resultados de um estudo clínico controlado, publicado no dia 27 de setembro no Journal of the American College of Cardiology.
    Os autores distribuíram aleatoriamente 699 pacientes com dor torácica aguda de baixo risco (TIMI ≤ 4; ECG e enzimas cardíacas iniciais normais) para serem submetidos à CTA coronária ou a imagens nucleares de estresse convencional, em 16 serviços de urgências diferentes, entre junho de 2007 e novembro de 2008.
    Em ambos os grupos, uma parte importante dos pacientes apresentou doença coronária significativa (82,2% com CTA; 89,9% com imagens nucleares de estresse). Além disso, 24 pacientes (6,75) foram referidos para angiografia coronária invasiva após a CTA e em 13 (3,659) foi necessário praticar revascularização (4 CAGB, 9 PCI). Depois do teste com imagens nucleares de estresse, 21 pacientes (6,2%) foram submetidos a uma angiografia coronária (p= 0,8 em comparação com a CTA) e 8 deles (2,4%) precisaram de uma revascularização (8 PCI, O CAGB; p= 0,34 em comparação com a CTA ao considerar o total de revascularizações).
    Referência: Goldstein JA, Chinnaiyan KM, Abidov A, et al. The CT-STAT (coronary computed tomographic angiography for systemic triage of acute chest pain patients to treatment) trial. J Am Coll Cardiol 2011; 58: 1414-22.

  • 07-10-2011
    Em pacientes com STEMI, o atraso na PCI está associado com o posterior desenvolvimento de insuficiência cardíaca.

     

    De acordo com o indicado pelos resultados de um estudo publicado recentemente, o atraso na realização de PCI nos pacientes (tanto ambulatoriais quanto hospitalizados) com infarto de miocárdio e elevação do segmento ST (STEMI), está associado com o posterior desenvolvimento de insuficiência cardíaca, o que aumenta a necessidade de atendimento médico.
    Segundo a análise multivariada, a demora na realização da PCI constitui um fator prognóstico independente associado a um número maior de reingressos ou consultas ambulatoriais para tratamento da insuficiência cardíaca, com um quociente de risco ajustado (Adjusted Hazard Ratio) de 1,04 por cada hora de demora. Contudo, ao separar os componentes responsáveis do atraso na realização do procedimento (dependentes do paciente versus dependentes do sistema de atendimento), os autores registraram que esta associação só persistia ao considerar o atraso devido ao sistema de atendimento. Na opinião dos autores, estas descobertas são consistentes com a reconhecida associação entre a extensão da necrose miocárdica e o atraso na reperfusão.
    Referência: Terkelsen CJ, Jensen LO, Tilsted H-H, et al. Health care system delay and heart failure in patients with ST-segment elevation myocardial infarction treated with primary percutaneous coronary intervention: Follow-up of population-based medical registry data. Ann Intern Med 2011; 155: 361-7