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O consenso sobre distúrbios de condução pós-TAVI à prova na prática clínica

O consenso sobre distúrbios de condução pós-TAVI à prova na prática clínica

Há pouco mais de um ano foi publicado no JACC o consenso de especialistas sobre como manejar os distúrbios de condução pós-implante percutâneo valvar aórtico (TAVI). Dita publicação homogeneizou critérios e foi bem recebida por todos os operadores que, perante a dúvida, tendiam a indicar o marca-passo definitivo precocemente ou atrasavam a alta muitos dias

AHA 2020 | Aumenta el alta precoz en el TAVI con un costo esperado

AHA 2020 | Aumenta a alta precoce no TAVI com um curso esperado

Enquanto os dias de internação diminuem após um implante percutâneo da valva aórtica (TAVI), observa-se um concomitante aumento das reinternações por distúrbios de condução. A alta precoce é um grande avanço, mas devemos recordar que os distúrbios de condução podem se apresentar para além das 48 horas.  Há alguns anos, a taxa de implante de

Marca-passo com o fio-guia 0,035”

TAVI e marca-passo, novas estratégias

Gentileza do Dr. Carlos Fava. O TAVI demonstrou seu benefício e está avançando cada vez mais em populações de menor risco, mas na atualidade a limitação (talvez a mais significativa em valvas aórticas tricúspides) é a necessidade de marca-passo definitivo (MCPD), especialmente em válvulas autoexpansíveis, como foi demonstrado nos recentes estudos de baixo risco.  Analisaram-se

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As válvulas modernas diminuem a necessidade de marca-passo

Gentileza do Dr. Carlos Fava. O TAVI já demonstrou seu benefício nos diferentes grupos de risco, mas um dos desafios é a diminuição da necessidade de marca-passo, que no que às válvulas autoexpansíveis se refere, continua sendo alta em comparação com as válvulas expansíveis por balão. Foram incluídos 203 pacientes com estenose aórtica severa que

Preditores de alterações de condução que indicam necessidade de marca-passo de forma tardia

Esta análise mostra que o bloqueio basal do ramo direito e o grau de prolongamento do intervalo PR após o implante percutâneo da valva aórtica (TAVI) são preditores independentes de transtornos de condução de alto grau tardios (≥ 48 h) que indicam a necessidade de marca-passo. Um simples eletrocardiograma pode detectar estes potencialmente fatais transtornos

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O marca-passo definitivo continua sendo “o tendão de Aquiles” do TAVI

O TAVI já demonstrou seu benefício nos pacientes de alto risco (proibitivo) e nos de risco intermediário, mas a necessidade de marca-passo definitivo continua sendo um ponto fraco, especialmente nos pacientes jovens, devido ao tempo que estes vão utilizá-lo bem como à necessidade de substituição e a eventuais complicações relacionadas. Embora não disponhamos de muita informação, o marca-passo

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