Doença coronária articles

Acceso femoral vs Acceso radial en el tratamiento percutáneo de CTO.

Acesso femoral vs. acesso radial no tratamento percutâneo de CTO

Acesso femoral vs. acesso radial no tratamento percutâneo de CTO

O tratamento percutâneo das oclusões totais crônicas (CTO) foi feito tradicionalmente por via transfemoral (TFA). A utilização do acesso radial (TRA) aumentou nas intervenções coronarianas complexas. Um estudo randomizado avaliou o uso de TRA vs. TFA em angioplastias complexas (58% eram CTO), obtendo resultados favoráveis a favor do acesso radial. O objetivo deste estudo prospectivo,

Estenosis aórtica moderada y disfunción ventricular ¿debería apurarse la indicación del recambio?

Melhora da função ventricular pós-revascularização: menos eventos para todos os subgrupos?

Segundo os estudos STITCH e STITCHES, em pacientes com doença coronariana e deterioração da função ventricular, a revascularização de um miocárdio viável pode chegar a reverter a disfunção ventricular sistólica.  Essa melhora da função ventricular com a revascularização, principalmente relacionada com a cirurgia de revascularização miocárdica (CRM), melhora a sobrevida a longo prazo em comparação

Subutilización del tratamiento médico en enfermedad vascular periférica

Devemos nos preocupar com as lesões não isquêmicas?

Na última década houve um aumento do interesse pela morfologia da placa de ateroma e pelo impacto que dita placa tem nos eventos clínicos. Vários estudos têm demonstrado a utilidade do IVUS nesse campo, caracterizando a placa segundo a presença de placa rica em lipídios (LRP) e fibroateroma de capa fina (TCFA). Tais morfologias estão

Devemos começar a usar OCT nos IAM sem lesões obstrutivas?

Nos infartos com supradesnivelamento do segmento ST, a angiografia continua sendo o método mais utilizado, mas como já sabemos, apresenta certas limitações, sobretudo quando se trata de lesões intermediárias ou dissecções coronarianas.  A utilização de métodos de imagens – especialmente os de alta resolução como a OCT – têm sido avaliados em alguns estudos, embora

reserva fraccional de flujo sindrome coronario agudo

Reserva de fluxo coronariano em pacientes com FFR intermediário: devemos utilizar essa ferramenta para decidir a realização da angioplastia coronariana?

As diretrizes atuais recomendam o uso de FFR para guiar as angioplastia coronarianas. No entanto, os valores intermediários de FFR (0,75-0,80) geram incertezas sobre o valor prognóstico que reveste a realização da angioplastia coronariana versus o tratamento médico ótimo.  A utilização da Reserva de Fluxo Coronariano (CFR) junto com o FFR proporciona maior compreensão sobre

Un truco sencillo para mejorar nuestras punciones radiales

É útil o uso de vasodilatadores intra-arteriais para prevenir a oclusão da artéria radial?

De acordo com alguns estudos, a incidência de oclusão radial (RAO) pós-procedimento varia entre 1% e 12%. Diferentes estratégias para reduzir a RAO incluem o uso de cateteres de menor calibre, adequada anticoagulação e cuidados aplicados após o procedimento no lugar no qual se realizou a punção.   Os vasodilatadores são utilizados para prevenir o

Evolução da angioplastia coronariana segundo o SYNTAX II: acompanhamento de cinco anos

Já transcorreu bastante tempo desde a publicação do estudo SYNTAX (NEJM 2009), que comparou angioplastia coronariana transluminal percutânea (ATC) versus cirurgia de revascularização miocárdica (CRM). Nesse emblemático estudo, a ATC com stents eluidores de fármacos de primeira geração (Taxus) – comparados com CRM – se associou a uma maior quantidade de eventos cardiovasculares maiores (mortalidade

El ticagrelor muestra beneficios en la función microvascular coronaria luego de un IAMSEST

Rivaroxabana para prevenção de trombo em ventrículo esquerdo após SCACEST

A incidência da trombose (LVT) após o IAM com elevação do segmento ST anterior (IAMCEST) varia entre 4% e 26% e se associa a uma má evolução a longo prazo. No passado, a terapia com esquema triplo (antagonista da vitamina K mais DAPT) era recomendada como prevenção da LVT, apesar de não existir evidência científica

IVUS vs OCT para guiar la angioplastia ¿Cuál elegir?

Angioplastia coronariana guiada com IVUS: resultados alentadores no seguimento de 3 anos

O IVUS foi avaliado em vários estudos para guiar o implante dos DES. Dois estudos randomizados, como são o IVUS-XPL (Impact of Intravascular Ultrasound Guidance on the Outcomes of Xience Prime Stents in Long Lesions) e o ULTIMATE (Intravascular Ultrasound Guided Drug Eluting Stents Implantation in All-Comers Coronary Lesions), demonstraram uma diminuição da necessidade de

SOLACI

Passive Leg Raise: uma manobra indispensável no estudo da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada

A insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção preservada (ICFEP) representa pelo menos 50% da população com IC, com uma prevalência em aumento. Seu diagnóstico se baseia na presença de sintomas típicos, acompanhado de pressões de enchimento elevadas, com uma fração de ejeção superior a 50%.  Em alguns casos, sobretudo em estágios mais precoces da

Una nueva molécula para evitar la nefropatía por contraste

Ao falar de doença de múltiplos vasos, quando devemos considerar a disfunção renal?

A doença cardiovascular é uma das principais causas de morbimortalidade em pacientes com doença renal crônica (ERC) avançada, e vice-versa. Ambas têm fatores de risco em comum, como a diabetes, a hipertensão arterial, o tabagismo, a dislipidemia e a idade, entre outros.  À medida que a doença renal avança, seu grau de severidade se associa

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