Tag Archives: AAA

El tratamiento endovascular parece superior a la cirugía en aneurismas rotos

Podemos usar a metformina para tratar aneurismas de aorta abdominal?

Podemos usar a metformina para tratar aneurismas de aorta abdominal?

Hoje não existe nenhuma droga para tratar um aneurisma de aorta abdominal (AAA) além das que são indicadas como prevenção secundária. A novidade deste trabalho é que os pacientes diabéticos tratados com metformina tiveram menor incidência de AAA que os pacientes diabéticos sem metformina, e inclusive menor incidência que os não diabéticos. É como se

El tratamiento endovascular parece superior a la cirugía en aneurismas rotos

Vigilância após o implante de endoprótese: com que frequência e por quanto tempo?

Sugere-se que a vigilância após a reparação de um aneurisma de aorta abdominal deve ser mantida por toda a vida do paciente devido ao fato de, por um lado, não sabermos com precisão a durabilidade de cada um dos dispositivos (que cada vez proliferam mais) e, por outro, haver a possibilidade de surgimento de complicações

El tratamiento endovascular parece superior a la cirugía en aneurismas rotos

Segurança dos programas de vigilância de Aneurismas de Aorta Abdominal

A taxa de ruptura de aneurismas de aorta abdominal (AAA) no registro do Reino Unido respalda os atuais programas de vigilância e intervenção e dão tranquilidade a alguns médicos que em algum momento se questionaram se os programas de vigilância assim como estavam formulados não levavam a mais rupturas. Este trabalho também respalda os pontos

Tasa de stroke post cirugía vs angioplastia coronaria en un análisis de más de 10.000 pacientes

Os cirurgiões vasculares do futuro na era endovascular

O tratamento de reparação endovascular de um aneurisma de aorta abdominal infrarrenal (EVAR) tem se difundido amplamente graças a uma abordagem minimamente invasiva, uma rápida recuperação e uma melhor sobrevida a curto prazo. Aproximadamente 60% dos aneurismas de aorta abdominal infrarreal (AAA) na Europa e 85% nos Estados Unidos são tratados com EVAR. Há uma

Os programas de busca de aneurismas de aorta abdominal ficaram anacrônicos?

Com a palpável queda do tabagismo em termos mundiais, também caiu a mortalidade associada à ruptura de um aneurisma de aorta abdominal (AAA). Todos os programas para sua detecção foram desenhados em décadas passadas, quando o risco era maior. Por isso, talvez seja o momento de repensar os programas, ou ao menos desenhar novos estudos

El tratamiento endovascular parece superior a la cirugía en aneurismas rotos

O seguimento com ecografia pós-endoprótese diminui em 90% a necessidade do uso de tomografias, mas é seguro?

Esta análise retrospectiva de 4 anos mostrou que um protocolo de seguimento pós-reparação endovascular baseado em ecografia com contraste é seguro e efetivo. A mortalidade relacionada ao aneurisma, a taxa de reintervenções, a retração do saco e a detecção de endoleaks foram similares às dos protocolos de seguimento baseados em tomografias. Neste trabalho o eco-Doppler

Riesgo de isquemia colónica luego de la reparación de aneurisma de aorta abdominal

Risco de isquemia colônica após a reparação de aneurisma de aorta abdominal

Esta é a maior e mais contemporânea análise que demonstra que em pacientes eletivos a isquemia colônica ocorre mais frequentemente após a reparação aberta de um aneurisma de aorta abdominal (2,1% a 3,6%) que com a reparação endovascular (0,5% a 1%). A maior parte dos casos surgiu dentro dos primeiros sete dias. A evidência é

screening aneurisma aorta abdominal

Triagem de AAA em homens de +65 reduz a mortalidade

A busca sistemática de aneurismas de aorta abdominal (AAA) para todos os homens com mais de 65 anos (e não somente para aqueles com fatores de risco) se associou a uma queda na mortalidade específica por esta doença segundo o Programa Nacional de Triagem Sueco.   Embora seja necessário realizar estudos em 667 homens para

Os Endoleaks Tipo II não se associam à mortalidade

Título original: Risk factors and consequences of persitent type II endoleaks. Referência: Ruby C. Lo et al. J Vasc Surg 2016;63:895-901   A presença de leaks tipo II é pouco frequente (entre 1 a 10%) e a maioria se resolve espontaneamente no transcurso de 12 meses. Se não for assim, a evidência é controversa e pode

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