Veias articles

Filtro em veia cava para todos os pacientes pós-trauma severo

Filtro em veia cava para todos os pacientes pós-trauma severo

Não existia até hoje a evidência que justificasse o implante precoce de um filtro na veia cava para reduzir o risco de tromboembolismo pulmonar em pacientes com trauma severo que têm contraindicação para anticoagulação profilática. Este artigo, que proximamente será publicado no NEJM, traz-nos evidência contundente, perante a qual temos que nos render. O implante

HIV y enfermedad vascular: una asociación que empezamos a reconocer

HIV e doença vascular: uma associação que começamos a reconhecer

O efeito do vírus da imunodeficiência humana (HIV) no desenvolvimento da doença vascular (especificamente da doença vascular periférica) ainda não está completamente dilucidado. É o vírus em si o responsável pela doença vascular ou esta é na verdade uma consequência da dislipidemia que têm como efeito muitos antirretrovirais? Este trabalho investigou o efeito da infecção

Terapia antitrombótica após um stent venoso: muito diferente do que ocorre com as coronárias

A terapia antitrombótica/antiplaquetária após um stent de 10,0 por 60 mm implantado na veia subclávia de um paciente com deficiência renal crônica deveria ser igual á de um stent 3,0 por 18 mm no segmento médio da artéria descendente anterior desse mesmo paciente? A prática diária de muitos Cardiologistas Intervencionistas que realizam ambos os procedimentos

Los 10 mandamientos de las nuevas guías sobre enfermedad periférica de la ESC

Os 10 mandamentos dos novos guias da ESC sobre doença periférica

Os autores realizam um resumo muito ameno dos pontos mais importantes dos novos guias sobre diagnóstico e tratamento da doença vascular periférica. Esperamos que a enumeração do mais importante em 10 pontos à imagem dos mandamentos evite-lhes a sempre tediosa tarefa de ler um guia completo. Em janeiro de 2018 o artigo dos 10 mandamentos

As novidades dos guias Europeus em doença vascular periférica

Desde a última versão dos Guias Europeus para o diagnóstico e tratamento da doença vascular periférica de 2011 foram publicados muitos trabalhos e registros que justificam um ajuste em vários pontos. A grande novidade foi o “trabalho em equipe”, já que pela primeira vez os guias foram feitos em colaboração com a Sociedade Europeia de

¿Cuál es el efecto de las estatinas sobre las amputaciones y la sobrevida en la enfermedad vascular periférica?

Qual é o efeito das estatinas sobre as amputações e a sobrevida na doença vascular periférica?

A prevalência da doença arterial periférica é de entre 15 e 20% dos pacientes idosos a partir de 65 anos e sua gravidade está muito subestimada. De fato, a mortalidade anual é maior nos pacientes com doença arterial periférica (8,2%) do que a observada naqueles pós-infarto agudo do miocárdio (6,3%). Apesar disso, o conselho médico e os esforços

Filtros de veia cava inferior em recorrência de tromboembolismo: sim ou não?

Gentileza do Dr. Guillermo Migliaro. Na atualidade não existe evidência clara de efetividade a favor dos filtros de veia cava inferior (FVC) nos pacientes com recorrência de tromboembolismo e as recomendações dos guias das diferentes sociedades são contraditórias.   O objetivo do seguinte trabalho foi avaliar a eficácia desses dispositivos em pacientes com recorrência de

Redução da mortalidade com filtros de veia cava

Título original: Outcomes After Vena Cava Filter Use in Non-Cancer Patients with Acute Venous Thromboembolism: A Population-Based Study. Referência: Richard H. White et al. Circulation. 2016 Apr 5. Epub ahead of print.   A evidência sobre o benefício dos filtros em veia cava é limitada. Este estudo retrospectivo analisou todos os pacientes sem processos oncológicos

Benefício clínico neto de bivalirudin no infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST

Título original: Bivalirudin Versus Heparin With or Without Glycoprotein IIb/IIIa Inhibitors in Patients With STEMI Undergoing Primary Percutaneous Coronary Intervention: Pooled Patient-Level Analysis From the HORIZONS-AMI and EUROMAX Trials. Referência: Stone GW et al. J Am CollCardiol. 2015 Jan 6;65(1):27-38. O estudo HORIZONS-AMI (Harmonizing Outcomes with RevasculariZatiON and Stents in Acute Myocardial Infarction), envolvendo 3602 pacientes passando por

Hemorragia Menor à custa de um aumento do risco de trombose aguda com bivalirudina

Título original: Bivalirudin versus heparin in patients treated with percutaneous coronary Intervention: a meta-analysis of randomised trials. Referência: Salvatore Cassese et al. EuroIntervention 2014;10-online publish-ahead-of-print August 2014. As recomendações atuais para o uso de bivalirudina em pacientes submetidos à angioplastia coronária são baseadas principalmente no trabalho que comparou bivalirudina vs heparina associados a inibidores da glicoproteína IIBIIIA. Se

Maior segurança com bivalirudina que com heparina como monoterapia em pacientes sem supradesnivelamento do segmento ST.

Título original: Heparin monotherapy or bivalirudin during percutaneous coronary intervention in patients with non-ST-segment elevation acute coronary syndromes or stable ischemic heart disease: results from the Evaluation of Drug-Eluting Stents and Ischemic Events registry. Referência: Bangalore S et al. CircCardiovascInterv. 2014;Epub ahead of print. A bivalirudina comparada com a heparina não fracionada como monoterapia associa-se a um menor

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