Tag Archives: doença cardiovascular

Aceite de oliva y riesgo cardiovascular ¿A mayor consumo menos enfermedad?

Azeite de oliva e risco cardiovascular: quanto maior o consumo menor a taxa de enfermidades?

Azeite de oliva e risco cardiovascular: quanto maior o consumo menor a taxa de enfermidades?

Um alto consumo de azeite de oliva se associou a um menor risco de doença coronariana e cardiovascular em duas grandes coortes prospectivas de homens e mulheres.  Substituir a margarina, a manteiga, a maionese e as gorduras provenientes do leite por azeite de oliva pode ter um grande impacto na saúde cardiovascular.  Os benefícios do

contaminacion ambiental y riesgo cardiovascular

Exposição prolongada à poluição ambiental incrementa risco de doença cardiovascular

Em plena pandemia pela COVID-19 é difícil pensar em outra coisa que possa estar afetando a saúde do mundo e, em tal contexto, a população da China. A poluição (especialmente as de partículas pequenas PM 2,5) ficou em um segundo plano nos dias atuais, mas, por outro lado, o fechamento preventivo, devido à pandemia pelo

ACC 2020 Virtual | COAPT: melhor qualidade de vida que se traduz em melhora em pontos mais duros

Após a reparação mitral com MitraClip nos pacientes do estudo COAPT, foi observada uma melhora da qualidade de vida, bem como uma melhor sobrevida e uma redução nas internações por insuficiência cardíaca no seguimento a longo prazo.  A melhora na qualidade de vida já tinha sido demonstrada há justo um ano no congresso da ACC

Recomendaciones de la ACC con el nuevo coronavirus

Recomendações do ACC em relação ao novo coronavírus

O American College of Cardiology (ACC) lançou um documento que resume as potenciais implicações que poderia ter o novo coronavírus identificado em Wuhan, na China. Este novo vírus foi denominado pela OMS como COVID-19. De acordo com os registros da OMS existem aproximadamente 93.000 casos confirmados em todo o mundo, entre os quais aproximadamente 12.600

AHA 2019 | DAPA-HF: la dapagliflozina efectiva en todos los subgrupos con insuficiencia cardíaca

AHA 2019 | DAPA-HF: a dapagliflozina e sua efetividade em todos os subgrupos com insuficiência cardíaca

O inibidor do SGLT2, dapagliflozina, teve um impacto consistente para além do nível de glicemia, idade ou estado geral.  A dapagliflozina foi originalmente desenvolvida para o tratamento da diabetes tipo 2. No entanto, teve um impacto positivo em vários tipos de pacientes com insuficiência cardíaca crônica e deterioração da fração de ejeção, incluindo aqueles sem

Lesões coronarianas não obstrutivas e disfunção ventricular

Muitos pacientes chegam à sala de cateterismo para uma coronariografia diagnóstica no contexto de um ecocardiograma que mostra severo deterioro da função ventricular, inclusive estando o paciente ainda assintomático. Muitas vezes as coronárias são normais, mas em muitas outras ocasiões nos deparamos com doenças coronarianas que não justificam a severa disfunção ventricular. É comum que

La reparación de la válvula mitral con Mitraclip es segura en pacientes de alto riesgo

MitraClip “Off Label” com bons resultados

Gentileza do Dr. Carlos Fava. A insuficiência mitral é a doença valvar mais frequente, chegando a atingir mais de 6% dos idosos a partir de 65 anos. Atualmente, a cirurgia é a estratégia de escolha, sendo o tratamento percutâneo uma alternativa válida.   Na atualidade, não se avaliou qual é a evolução a longo prazo

ARTE: ¿AsEl fin de la aspirina para los pacientes anticoagulados que reciben angioplastiapirina o aspirina más clopidogrel post TAVI?

Aspirina, sangramento e eventos cardiovasculares em idosos saudáveis

Os estudos ASCEND e ARRIVE – apresentados no Congresso Europeu de Cardiologia e publicados no The New England Journal of Medicine (NEJM) e respectivamente no The Lancet – colocaram em questionamento a indicação de aspirina no contexto de prevenção primária. Agora foi publicado o ASPREE no NEJM, que parece destronar definitivamente a aspirina, já que

indicación de tratamiento con estatinas

Tratamento com estatinas: o que considerar para indicá-lo?

O uso de imagens não invasivas pode identificar ou descartar ateromatose subclínica e ajudar a reduzir o número de pacientes idosos que são tratados desnecessariamente com estatinas, sem um aumento do risco de eventos cardiovasculares.   A utilização do escore de cálcio e da ecografia carotídea para encontrar os pacientes idosos em ateromatose ajuda a

Top