Últimos estudos sobre Doenças Vasculares Periféricas

1) Eficácia do stent de micromalha na angioplastia carotídea

A maioria das publicações, tanto as recentes como as históricas, associam a angioplastia carotídea com uma taxa mais alta de AVC (menores, mas AVC enfim), quando comparada com a endarterectomia carotídea no período agudo. No entanto, após os 30 dias a angioplastia e a cirurgia se equiparam.

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2) Lesão de múltiplos vasos e doença carotídea severa: como proceder?

A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) é a mais frequente de todas as cirurgias cardiovasculares e ainda se mantém como o padrão ouro para tratar pacientes com múltiplos vasos. A estenose carotídea concomitante afeta entre 6% e 8% desses pacientes e se associa a um aumento da taxa de AVC durante e após a cirurgia.

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3) Endarterectomia vs. angioplastia em doença carotídea assintomática

A eficácia e segurança relativas da angioplastia carotídea vs. a endarterectomia em pacientes assintomáticos continua sem consenso e, o que é pior, não há sinais de que o panorama se esclareça em um futuro próximo. Dada a falta de evidência definitiva nesse sentido, tem proliferado as metanálises e revisões sistemáticas que tentam lançar um pouco de luz sobre o tema.

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4) Novas estratégias no território femoropoplíteo

A doença vascular periférica se encontra em franco aumento, com a progressão da claudicação crítica isquêmica e da amputação. Atualmente a angioplastia é a estratégia de escolha para o tratamento dessas patologias.

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