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A doença vascular periférica compromete múltiplos territórios e pode, portanto, apresentar-se de variadas maneiras (desde completamente assintomáticas até manifestações com sintomas incapacitantes). De acordo com a apresentação clínica, a condição geral, a localização anatômica e a extensão das lesões, a revascularização pode estar indicada em combinação com o melhor tratamento médico.  Em 2017 foram publicadas

Síndrome de Hiperperfusión cerebral post-angioplastia carotídea: una complicación prevenible

Devem os cardiologistas intervencionistas se envolver no AVC agudo?

Segundo este trabalho realizado em um só centro e publicado no J Am Coll Cardiol Intv, os cardiologistas intervencionistas podem realizar de forma segura e com uma alta probabilidade de sucesso técnico e clínico a revascularização dos AVC agudos. Este avanço dos cardiologistas sobre os neurologistas intervencionistas se deve simplesmente à escassez dos segundos, com

Filtros carotídeos permanentes em pacientes com fibrilação atrial.

Esta nova estratégia para diminuir o risco de AVC em pacientes com fibrilação atrial é tecnicamente factível e segura, embora ainda tenha que passar na prova do tempo e superar a evidência que têm, por exemplo, os dispositivos de oclusão do apêndice atrial esquerdo. É bem verdade que uns e outros poderiam ser usados simultaneamente,

Os sistemas de proteção diminuem a incidência de AVC e a mortalidade na angioplastia carotídea.

MR CLEAN Registry: “tempo é cérebro” é muito mais acertado que “tempo é miocárdio”

O tempo entre a terapia endovascular em um AVC agudo isquêmico se associa de forma contundente aos resultados funcionais posteriores. Dita associação poderia ser ainda maior do que previamente tinha sido sugerido em populações mais seletas dos trabalhos controlados.   Os achados deste trabalho enfatizam que os resultados funcionais da terapia endovascular podem ser enormemente

TCT 2018 | PADN-5: Denervación pulmonar en hipertensión pulmonar combinada pre y post capilar

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Este trabalho inclui 98 pacientes com hipertensão pulmonar pré e pós-capilar definida como uma média na pulmonar ≥ 25 mmHg, pressão capilar pulmonar > 15 mmHg e resistências vasculares pulmonares > 3 unidades Woods. Os pacientes foram randomizados a denervação pulmonar vs. sildenafil mais denervação pulmonar simulada (sham procedure). O tratamento médico para a insuficiência

HIV e doença vascular: uma associação que começamos a reconhecer

O efeito do vírus da imunodeficiência humana (HIV) no desenvolvimento da doença vascular (especificamente da doença vascular periférica) ainda não está completamente dilucidado. É o vírus em si o responsável pela doença vascular ou esta é na verdade uma consequência da dislipidemia que têm como efeito muitos antirretrovirais? Este trabalho investigou o efeito da infecção

Terapia endovascular en stroke: mucha evidencia y pocos operadores entrenados

Terapia endovascular em AVC: muita evidência e poucos operadores treinados

Atualmente a terapia endovascular é considerada um cuidado padrão no AVC isquêmico agudo que é causado pela oclusão de um vaso grande. O tempo entre o início dos sintomas e a reperfusão se impõe como o fator mais determinante de bons resultados clínicos, inclusive de maneira mais categórica no infarto agudo do miocárdio. A frase

Los 10 mandamientos de las nuevas guías sobre enfermedad periférica de la ESC

Os 10 mandamentos dos novos guias da ESC sobre doença periférica

Os autores realizam um resumo muito ameno dos pontos mais importantes dos novos guias sobre diagnóstico e tratamento da doença vascular periférica. Esperamos que a enumeração do mais importante em 10 pontos à imagem dos mandamentos evite-lhes a sempre tediosa tarefa de ler um guia completo. Em janeiro de 2018 o artigo dos 10 mandamentos

As novidades dos guias Europeus em doença vascular periférica

Desde a última versão dos Guias Europeus para o diagnóstico e tratamento da doença vascular periférica de 2011 foram publicados muitos trabalhos e registros que justificam um ajuste em vários pontos. A grande novidade foi o “trabalho em equipe”, já que pela primeira vez os guias foram feitos em colaboração com a Sociedade Europeia de

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Qual é o efeito das estatinas sobre as amputações e a sobrevida na doença vascular periférica?

A prevalência da doença arterial periférica é de entre 15 e 20% dos pacientes idosos a partir de 65 anos e sua gravidade está muito subestimada. De fato, a mortalidade anual é maior nos pacientes com doença arterial periférica (8,2%) do que a observada naqueles pós-infarto agudo do miocárdio (6,3%). Apesar disso, o conselho médico e os esforços

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