Tag Archives: stents farmacológicos

DES de 2.0 mm para vasos muy pequeños: ¿Es viable?

Stents farmacológicos vs. balões farmacológicos em reestenose intrastent

Stents farmacológicos vs. balões farmacológicos em reestenose intrastent

A teoria de não agregar uma nova camada de metal na artéria soava atraente e foi o que motivou o surgimento dos balões farmacológicos como uma estratégia para tratar a reestenose intrastent. “Já há um stent prévio, só é necessário dilatar e deixar a droga”, era o que dizíamos quando surgiu esta tecnologia. O resultado

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COMBO stent: sirolimus por fora e anti-CD34 por dentro: será este o futuro?

Nesta grande coorte de pacientes tratados com o stent COMBO com terapia dual observaram-se excelentes resultados em 1 ano (MASCOT Post Marketing Registry) e o seguimento de pacientes continua vigente com a finalidade de determinar a segurança e eficácia deste dispositivo a longo prazo.  O COMBO stent é o novo dispositivo que contém sirolimus abluminal

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Os resultados de DES contemporâneos em diabéticos deixam o Freedom obsoleto?

Apesar das esperanças que pusemos nas novas gerações de stents farmacológicos, os pacientes diabéticos continuam tendo um prognóstico diferente – tanto em termos clínicos quanto em termos angiográficos – que os pacientes não diabéticos. Os autores pesquisaram o impacto da diabete nos pacientes que receberam angioplastia com o stent farmacológico contemporâneo no estudo BIONICS (BioNIR

DES de 2.0 mm para vasos muy pequeños: ¿Es viable?

Os novos DES de hastes ultrafinas superam a 2° geração?

Os novos stents farmacológicos de hastes ultrafinas estão mostrando um menor risco de galha da lesão alvo graças a uma menor taxa de infarto agudo do miocárdio e uma taxa similar de revascularização segundo esta metanálise que será publicada proximamente no Circulation. Dita diferença se evidencia em um ano de seguimento comparando-se com a clássica

EuroPCR 2018 | DESSOLV III: polímero bioabsorbible vs durable a 2 años

EuroPCR 2018 | DESSOLV III: polímero bioabsorvível vs. durável a 2 anos

O polímero recobre a maioria dos stents farmacológicos e serve para conter a droga antiproliferativa. Uma vez liberada a droga, o polímero continua ali e já foi associado a inflamação, reestenose e neoaterosclerose. O dispositivo MiStent possui um polímero bioabsorvível uma vez que a droga é liberada e poderia, teoricamente, reduzir a resposta inflamatória do

A diabetes silente é o novo inimigo oculto

Um de cada três pacientes “não diabéticos” que recebem angioplastia com stents farmacológicos atuais têm o metabolismo da glicemia alterado e isso se conjuga com um risco 4 vezes superior de eventos, segundo um estudo que será publicado em breve no JACC intv. Um de cada três pacientes é um número realmente muito alto de pacientes e um

CRM vs DES: ¿Cuál se asocia mejor calidad de vida a largo plazo?

CRM vs. DES: qual estratégia se associa a melhor qualidade de vida a longo prazo?

O estudo SYNTAX (Synergy Between Percutaneous Coronary Intervention With Taxus and Cardiac Surgery), que incluiu pacientes com lesões de 3 vasos ou tronco de coronária esquerda, mostrou que a cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) foi superior à angioplastia com stents farmacológicos (DES),fundamentalmente com base no infarto agudo do miocárdio e nas novas revascularizações. Até agora não havia sido estudada

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EVOLVE II: Diabetes substudy: resultados de 3 anos do stent SYNERGY em diabéticos

Gentileza da SBHCI. Os pacientes diabéticos têm pior evolução após uma angioplastia coronariana. Os stents farmacológicos com polímero bioabsorvível foram desenhados para facilitar a cicatrização arterial, reduzir a inflamação e diminuir o risco de trombose tardia e muito tardia.   Este subestudo dos pacientes diabéticos do EVOLVE II apresenta os resultados de 3 anos do

doble antiagregación plaquetaria

Dupla antiagregação plaquetária pós-PCI com EES: 6 ou 12 meses?

Título original: 6-Month Versus 12-Month Dual-Antiplatelet Therapy Following Long Everolimus-Eluting Stent Implantation. The IVUS-XPL Randomized Clinical Trial. Referência: Hong et al. JACC Cardiovasc Interv. 2016 May 11. [Epub ahead of print].   Gentileza Dr. Brian Nazareth Donato.    Esta publicação deriva do estudo IVUS-XPL publicado em JAMA em novembro de 2015. No presente estudo foram apresentados

Protrusão de placa pós-DES

Protrusão de placa pós-DES: eventos adversos a longo prazo?

Título original: Tissue Protrusion After Stent ImplantationAn ADAPT-DES Intravascular Ultrasound Substudy. Referência: Fuyu Qiu et al. J Am Coll Cardiol Intv. 2016;9(14):1499-1507.   Após o implante de um stent é relativamente frequente observar a protrusão de tecido (placa ou trombo), especialmente em lesões instáveis. Contudo, o impacto clínico disso não está estudado. Diante de ditos

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