EuroPCR 2019 | CHOICE: válvula balão expansível vs. autoexpansível em pacientes de alto risco

O estudo CHOICE incluiu 241 pacientes com estenose aórtica severa de alto risco cirúrgico que receberam implante percutâneo da valva aórtica (TAVI) por acesso femoral que foram randomizados à válvula balão expansível (Edwards Sapien XT) vs. válvula autoexpansível (Medtronic CoreValve). Os desfechos foram mortalidade por qualquer causa, AVC, re-hospitalizações, parâmetros de função da válvula por ecografia e durabilidade.

EuroPCR 2019 | CHOICE: válvula balón expandible vs autoexpandibles en pacientes de alto riesgo

Não foram constatadas diferenças em termos de mortalidade entre as duas válvulas após 5 anos A mortalidade por todas as causas foi 47,6% vs. 53,4%; p = 0,38, a mortalidade cardiovascular foi 21,5% vs. 315; p = 0,12 e o AVC foi 16,5% vs. 17,5%; p = 0,73.

Os gradientes para ambas as válvulas se mantiveram baixos bem como o orifício efetivo preservado após 5 anos. Tampouco houve diferenças de durabilidade.

A taxa de regurgitação paravalvar moderada ou mais foi inicialmente maior nas válvulas autoexpansíveis, embora esta diferença não tenha se mantido após 5 anos.

Título original: Five Year Outcomes after TAVI with balloon-expanding  volves vs self expanding valves: results from the CHOICE randomised clinicas trial.

Apresentador: M. Abdel-Wahab.

Subscreva-se a nossa newsletter semanal

Receba resumos com os últimos artigos científicos

Sua opinião nos interessa. Pode deixar abaixo seu comentário, reflexão, pergunta ou o que desejar. Será mais que bem-vindo.

Mais artigos deste autor

Resultados hemodinâmicos do reparo borda a borda em insuficiência mitral degenerativa e funcional

O reparo mitral transcateter borda a borda (M-TEER) se consolidou como uma opção terapêutica para a valvopatia mitral. Entre as técnicas disponíveis, o M-TEER...

A durabilidade do TAVI com SAPIEN 3: dez anos de seguimento em pacientes com risco intermediário

A durabilidade das próteses biológicas transcateter utilizadas no TAVI continua sendo um dos principais interrogantes no que se refere à expansão dessa estratégia a...

Inflamação depois do TAVI: um objetivo terapêutico emergente?

Os distúrbios de condução e a necessidade de implante de marca-passo definitivo continuam sendo complicações frequentes após o TAVI, com uma incidência próxima de...

Obstrução coronariana no TAVI: um novo índice volumétrico a ser considerado

A obstrução coronariana durante o TAVI é uma complicação pouco frequente, mas potencialmente devastadora, especialmente em procedimentos valve-in-valve, em anatomias com seios de Valsalva...

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

Artigos Relacionados

Congressos SOLACIspot_img

Artigos Recentes

Supera vs. Eluvia em lesões femorpoplíteas calcificadas com calcificação severa

A calcificação seveera continua sendo um dos principais preditores de reestenose e de necessidade de novas revascularizações após o tratamento endovascular da doença femoropoplítea....

É necessário usar o IVUS de forma rotineira na angioplastia do tronco da coronária esquerda?

A angioplastia do tronco da coronária esquerda não protegido é um procedimento de grande complexidade devido ao amplo território miocárdico em risco e às...

Registros Dual-Prep: aterectomia e IVL em calcificação coronariana severa

A calcificação coronariana severa continua sendo um dos cenários mais complexos da angioplastia coronariana. Embora a aterectomia rotacional (AR) ou orbital e a litotripsia...