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SOLACI PERIPHERAL | 7° Caso Clínico: Síndrome de Nut Cracker, Tratamento percutâneo

angioplastia femoral

Chega um novo caso do SOLACI PERIPHERAL!

Nesta oportunidade, o Dr. Carlos Diniz Couto (BRA) nos apresenta um caso sobre “Síndrome de Nut Cracker”. Trata-se do 7º caso clínico apresentado pelo SOLACI Perifheral.

A intenção deste espaço é promover e aprofundar o intercâmbio de experiências e opiniões para continuarmos aperfeiçoando nossos conhecimentos em cardiologia intervencionista. 

Participe da discussão nos comentários deste artigo! 


Síndrome de Nut Cracker, Tratamento percutâneo


Autores: Carlos Eduardo Diniz Couto (Brasil)

Contato: Carlos.Eduardo@hsemper.com.br.

Instituição: Hospital SEMPER. Belo Horizonte – Minas Gerais, Brasil


Veja outros casos clínicos do SOLACI Peripheral.


Historia clínica

  • Paciente do sexo feminino, 38 anos, sem comorbidades.
  • Dispareunia, disúria, dor pélvica, hemorróidas. Ultra som evidenciou varizes pélvicas.
  • Subeteu-se a embolização de varizes pélvicas somente com molas em outro hospital sem melhora dos sintomas.

Após consulta em nosso hospital, solicitada tomografia que evidenciou compressão da veia Renal Esquerda pelo ligamento mesentérico compatível com Síndrome de quebra nozes (NutCracker).

Paciente submetida a venografia Renal esquerda e manometria que mostrou obstrução de Veia Renal Esquerda com gradiente de 16mmHg. Molas em varizes pélvicas sem cobertura de todo o nidus varicoso.

Estratégia

Realizado implante de stent auto expansível venoso em Veia Renal Esquerda com desaparecimento do gradiente e inversão do fluxo em veia Gonadal Esquerda.

Stent em veia renal esquerda

Varizes pélvicas com molas do tratamento anterior antes de implantar o Stent em veía renal

Resultado

  • Paciente evoluiu assintomática por 3 meses com retorno dos sintomas de dispareunia e incontinência urinária além de dor pélvica.
  • Reavaliamos o stent que permanecia pérvio e sem gradientes.
  • Optamos por realizar nova embolização com micromolas de liberação controlada associada a cola (Glubran em diluiçõ no intuito de es 1:1, 1:2 e 1:4. Finalizamos com Onix.
  • Paciente permanece assintomática no segmento de 3 anos.

Angiografia de controle no retorno após implante do Stent.

Posicionamento do microcateter distal às molas do tratamento anterior

Angiografia após liberação de molas e Glubran (cola)

Resultado final


Preguntas para la discusión

Qual o método diagnóstico goldstandard para varizes pélvicas?

  1. Venografía.
  2. Tomografia computadorizada.
  3. Ressonância Magnética.
  4. Duplex transvaginal.

Qual a veia que normalmente é utilizada como acesso para atingir o nidus varicoso pélvico e cujo trajeto deve ser embolizado?

  1. Veia Gonadal Esquerda.
  2. Veia cava.
  3. Veia Renal Esquerda.
  4. Veia Femural Direita.

Quais a(s) técnica(s) mais eficazes em prevenir recidiva de varizes pélvicas?

  1. Implantar Stent em Veia Renal.
  2. Embolizar a maior parte do nidus varicoso e liberar molas no trajeto da Veia gonadal até sua porção proximal.
  3. Embolizar com molas o nidus varicoso em sua porção mais distal.
  4. Implantar stent na Veia Gonadal Esquerda.

Qual o principal sintoma causado pela síndrome de congestão venosa pélvica?

  1. Infertilidade.
  2. Dor pélvica crônica sem outras causas clínicas.
  3. Sangramento menstrual aumentado.
  4. Todas as alternativas.

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