6 artigos sobre oclusões totais crônicas que você não pode parar de ler

1) Exposição à radiação em oclusões totais crônicas

Segundo este registro apresentado nas sessões científicas do congresso da AHA 2017, mesmo estando em mãos de operadores experientes, a recanalização e angioplastia de oclusões totais crônicas resulta em uma alta dose de radiação para os pacientes e para toda a equipe na sala de cateterismo.

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2) Devemos começar a utilizar IVUS nas CTO?

Na atualidade as Oclusões Totais Crônicas (CTO) são um dos limites a serem vencidos pelas Angioplastias Transluminais Coronarianas (ATC), e mais ainda com o desenvolvimento dos Stents Eluidores de Drogas (DES) e dos novos dispositivos e estratégias para essas complexas lesões. No entanto, existe pouca informação sobre a segurança, eficácia e o verdadeiro benefício clínico de quando é necessário implantar mais de 60 mm de stent (Full Metal Jacket – FMJ).

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3) Significado clínico das colaterais em oclusões totais crônicas

A circulação colateral se desenvolve no contexto de uma oclusão coronariana gradual e progressiva para poder suprir a artéria original e levar fluxo a áreas isquêmicas. No entanto, a relevância dessas colaterais foi entendida com controvérsias durante muitos anos.

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4) Em que pacientes devemos tentar proceder à recanalização de uma oclusão total crônica?

Apesar de uma oclusão total crônica (CTO) ser um achado frequente, há pouco consenso sobre quando ditas lesões devem ser tratadas de forma rotineira por meio de angioplastia. Os benefícios de uma recanalização bem-sucedida incluem o alívio dos sintomas, a resolução da isquemia, a melhora da função ventricular e a não necessidade de cirurgia de revascularização miocárdica.

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5) As angioplastias bem-sucedidas em pacientes idosos com oclusões crônicas totais diminuem a mortalidade

Na atualidade, a realização de angioplastia transluminal coronariana (ATC) em pacientes com oclusões crônicas totais (CTO) está em crescimento, já que inúmeros estudos têm demonstrado que dito procedimento melhora a função ventricular, diminui os sintomas e proporciona maior sobrevida. Contudo, a maioria desses trabalhos não incluem pacientes com mais de 75 anos, devido a sua fragilidade e à presença de comorbidades. Assim, os dados disponíveis sobre essa população são muito limitados.

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6) PRISON IV: DES com polímero absorvível vs. DES com polímero permanente em oclusões totais

O estudo PRISON IV comparou o stent farmacológico eluidor de sirolimus com struts ultrafinos e polímero biodegradável com o stent de segunda geração eluidor de everolimus e polímero permanente em recanalizações de oclusões totais crônicas. O presente trabalho é um subestudo com tomografia de coerência ótica (OCT).

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