FFR derivado da angiografia: software complicado ou realidade iminente?

O FFR derivado da angiografia pôde demonstrar sua grande utilidade, especialmente em pacientes com lesão de 3 vasos. O escore Syntax funcional derivado da angiografia tem o potencial de redefinir prognósticos e estratégias de tratamento em comparação com o clássico escore Syntax anatômico.

Severidad de una lesión valorada con FFRO estudo teve como objetivo ver a aplicabilidade do método em pacientes com lesões de múltiplos vasos incluídos no estudo Syntax II e demonstrar a utilidade do escore funcional em vez do anatômico como foi o primeiro Syntax.

 

Todas as lesões avaliadas com o índice no período livre de ondas (iFR) com fluxo fracionado de reserva (FFR) do estudo Syntax II foram analisados retrospectivamente para ver se era factível avaliar a função derivada da angiografia.


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Os pacientes analisados mediante fluxo fracionado derivado da angiografia foram estratificados de acordo com o valor de dita medição e seu prognóstico clínico foi avaliado em um período de 2 anos de seguimento.

 

71% das lesões foram analisáveis pelo software e a performance diagnóstica para predizer isquemia de maneira binária foi substancial com relação ao FFR ou ao iFR (área abaixo da curva de 0,81, precisão de 73,8%) com um valor preditivo positivo do método de 85,9%.

 

Os fatores que interferiram na precisão foram os ramos laterais, as bifurcações ou os vasos pequenos.


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De acordo com o desfecho combinado, em 2 anos a função derivada da angiografia reclassificou apropriadamente 26,1% dos pacientes do grupo de moderado/alto risco, colocando-os no grupo de baixo risco.

 

A área abaixo da curva para a função derivada da angiografia para predizer eventos após 2 anos foi menor que o clássico escore Syntax anatômico (0,68 vs. 0,56; p = 0,002).

 

Título original: Angiography-Derived Fractional Flow Reserve in the SYNTAX II Trial. Feasibility, Diagnostic Performance of Quantitative Flow Ratio, and Clinical Prognostic Value of Functional SYNTAX Score Derived From Quantitative Flow Ratio in Patients With 3-Vessel Disease.

Referência: Taku Asano et al. Am Coll Cardiol Intv 2019;12:259–70.


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