Síndromes Coronarios Agudos articles

Começam a surgir subestudos do FLOWER-MI que geram mais perguntas sobre o FFR

Começam a surgir subestudos do FLOWER-MI que geram mais perguntas sobre o FFR

O estudo FLOWER-MI (apresentado simultaneamente no ACC 2021 e no NEJM) representou um golpe duro para o FFR. Seus resultados indicaram que os pacientes que são admitidos com um infarto com supradesnivelamento do ST e apresentam outras lesões não culpadas não se beneficiam com a revascularização guiada por FFR vs. a angiografia.  Como ocorre na

¿Endarterectomía o angioplastia carotídea? la pregunta sigue motivando más estudios

Angioplastia em vasos não culpados em idosos: a necessidade de escolher bem os casos

Esta grande análise não encontrou benefícios em um ano de seguimento ao realizar angioplastia nos vasos não culpados em pacientes idosos que foram admitidos cursando um infarto com supradesnivelamento do segmento ST.  O estudo COMPLETE foi apresentado no ESC de 2019 (e simultaneamente publicado no NEJM) com uma evidência que parecia não deixar dúvidas a

isar-react-esc-2021

ESC 2021 | ISAR-REACT 5: O prasugrel supera o ticagrelor em SCA em todo o espectro da função renal

Quando temos que escolher entre os dois inibidores do receptor P2Y12 potentes em pacientes com síndrome coronariana aguda que têm uma estratégia invasiva planificada, a função renal não deveria influir nessa decisão. Os achados principais do trabalho foram que o prasugrel apresenta menor risco de morte por qualquer causa, infarto ou AVC e por outro

ESC 2021 | COVERT-MI: a colchicina tenta reduzir o tamanho do infarto

De acordo com o estudo COVERT-MI, a colchicina não é capaz de proteger contra a injúria miocárdica no contexto de um infarto com supradesnivelamento do segmento ST quando é administrada no momento da reperfusão e nos 5 dias posteriores. O fármaco poderia inclusive gerar sinas de dano com um número três vezes superior de trombos

ESC 2021 | TOMAHAWK: Angiografia depois de parada cardíaca reanimada e sem supradesnivelamento do ST

O gatilho deste trabalho parte de uma pergunta que há muito pedia ser respondida: será que os pacientes que sofrem uma parada cardíaca fora do hospital e que depois de serem reanimados com êxito apresentam um eletrocardiograma SEM supradesnivelamento do segmento ST devem ser transferidos de forma imediata para a sala de cateterismo? Para responder

¿Desescalar la doble antiagregación es el nuevo paradigma?

Desescalar a dupla antiagregação é o novo paradigma?

Desescalar a dupla antiagregação plaquetária poderia ser a estratégia mais efetiva após uma síndrome coronariana aguda, reduzindo sangramentos, custos e sem um aumento dos eventos isquêmicos.  Balancear os efeitos da dupla antiagregação plaquetária (DAPT) na era dos potentes inibidores do receptor P2Y12 se tornou a pedra angular do manejo das síndromes coronarianas agudas (SCA). Vários

angulación aórtica post TAVR

Revascularização completa após a estratégia fármaco-invasiva

Os pacientes que em um momento inicial foram submetidos a uma estratégia fármaco-invasiva por um infarto com supradesnivelamento do seguimento ST (STEMI) e que, além disso, apresentam doença de múltiplos vasos se beneficiam de maneira consistente com a revascularização completa.  O estudo COMPLETE mostrou que a revascularização das lesões não culpadas feita em etapas reduz

Doctor con tabletas de aspirinas

Ainda há lugar para a aspirina depois do TWILIGHT-ACS?

Esta análise confirma o potencial benefício da monoterapia de ticagrelor após um curto período de dupla antiagregação plaquetária (DAPT) em pacientes que cursaram uma síndrome coronariana aguda (ACS).  Dito benefício se expressa em uma redução significativa dos sangramentos (3,6% vs. 7,6%; p < 0,001), sem que isso implique um comprometimento em termos de eventos isquêmicos

ticagrelor_enfermedad_vascular_periférica

Ticagrelor ou prasugrel em pacientes agudos que são submetidos a angioplastia

Continuamos nos fazendo a mesma pergunta uma e outra vez: ticagrelor ou prasugrel? Com escassas margens entre as duas drogas em termos de eficácia e sangramento, custa-nos tomar a decisão sobre qual delas indicar.  Com algumas limitações metodológicas, este trabalho publicado no JAMA parece esclarecer o panorama ao menos para os pacientes que são submetidos

infarto peri-procedimiento

Síndromes coronarianas agudas pós-TAVI: qual é sua frequência e malignidade?

Após o implante percutâneo da valva aórtica (TAVI) as síndromes coronarianas agudas são pouco frequentes e em sua maioria se apresentam como eventos sem elevação do segmento ST. Em tal contexto, os poucos casos que apresentam um infarto com elevação do ST têm um mal prognóstico, com aproximadamente 30% de mortalidade em um mês.  Este

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