Os artigos mais lidos de abril em cardiología intervencionista

01- Os betabloqueadores devem ser tomados por toda a vida após um infarto?

Os pacientes tratados de maneira ótima após um infarto não parecem se beneficiar a longo prazo com o uso dos betabloqueadores quando não apresentam insuficiência cardíaca ou deterioração da função sistólica. 

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02- Uma análise associa a vacina da AstraZeneca com trombocitopenia e trombose

Esta é uma das primeiras publicações que documenta os raros efeitos trombóticos vistos na Áustria e na Alemanha com a vacina ChAdOx1 nCoV-19. Tais efeitos seriam uma forma de trombocitopenia após a inoculação da vacina desenvolvida conjuntamente entre a Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca. 

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03- SOLACI PERIPHERAL | 6° Caso Clínico: Recanalização de Artérias Femoral Comum, Superficial e Profunda

Chega um novo caso do SOLACI PERIPHERAL! Nesta oportunidade, a Dra. Ana Paula Mollón (Arg.) nos apresenta um caso sobre “Recanalização de Artérias Femoral Comum, Superficial e Profunda”. Trata-se do 6º caso clínico apresentado pelo SOLACI Perifheral. A intenção deste espaço é promover e aprofundar o intercâmbio de experiências e opiniões para continuarmos aperfeiçoando nossos conhecimentos em cardiologia intervencionista. 

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04- O melhor anticoagulante em FA pós-TAVI

Os anticoagulantes diretos se associaram a uma menor mortalidade a longo prazo em pacientes com fibrilação atrial que recebem alta após o TAVI em comparação com os clássicos antagonistas da vitamina K

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05- Esquema curto e monoterapia, uma prática com muita evidência

Um esquema de 1 a 3 meses de dupla antiagregação plaquetária (DAPT) seguido de monoterapia de um inibidor P2Y12 após o implante de um stent farmacológico (DES) de 2ª geração é mais seguro e tem a mesma efetividade de um esquema tradicional.

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06- Concordância entre tomografia e angiografia em pacientes do ISCHEMIA

A angiografia guiada por tomografia mostrou uma alta concordância com a angiografia convencional para identificar doença coronariana significativa e descartar doença do tronco. 

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07- IVUS vs OCT para guiar a angioplastia: o que escolher?

Controlar a correta expansão do stent com tomografia de coerência ótica (OCT) utilizando uma estratégia baseada na medição da membrana elástica externa teve um resultado não inferior ao controle com ultrassom intravascular (IVUS) e superior ao da angiografia feita isoladamente. Somando a evidência deste trabalho à prévia, deveríamos utilizar a imagem intravascular que tivermos disponível.

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08- Voltar às bases: o ticagrelor questionado e o clopidogrel entrando em cena

Outro estudo observacional questiona a potência antiagregante do ticagrelor em termos de uma redução de mortes ou infartos e aponta contra seu maior risco de sangramento em comparação com o clopidogrel.

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09- TAVI vs a válvula cirúrgica menos invasiva

As válvulas cirúrgicas de “liberação rápida” estão desenhadas para tornar mais fácil o trabalho dos cirurgiões em comparação com as válvulas biológicas convencionais que requerem múltiplos pontos de sutura. Essas válvulas, que encurtam os tempos cirúrgicos, poderiam competir com as válvulas implantadas por cateter (TAVI).

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10- Dupla antiagregação e TAVI: as diretrizes se tornaram obsoletas em vários sentidos

As atuais diretrizes da prática clínica recomendam dupla antiagregação plaquetária (DAPT) de 3 a 6 meses após o implante percutâneo da valva aórtica (TAVI). Nos últimos tempos surgiu nova informação que contradiz dita recomendação e que finalmente foi condensada na presente metanálise recentemente publicada no JAHA. 

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