Bifurcações articles

DES de 2° vs 3° generación en bifurcaciones: nada nuevo bajo el sol

DES de 2ª vs. 3ª geração em bifurcações: nada novo sob o sol

DES de 2ª vs. 3ª geração em bifurcações: nada novo sob o sol

O objetivo deste trabalho foi avaliar os resultados das lesões de bifurcação tipo Medina 1, 1, 1 que foram tratadas com técnica de Cullote utilizando DES de última geração. O dispositivo de 2ª geração utilizado foi um dos que possui mais evidência: o stent eluidor de everolimus com polímero permanente Xience. No entanto, para o

DKCRUSH-V: El tronco de la coronaria izquierda no es una bifurcación más

DKCRUSH-V: o tronco da coronária esquerda não é uma bifurcação mais

A cirurgia de revascularização miocárdica demostrou ser mais efetiva que a angioplastia (basicamente por uma menor taxa de revascularização) em pacientes com lesão severa do tronco da coronária esquerda que receberam stents farmacológicos de primeira geração. Isso fez com que os guias americanos de 2014 recomendassem a cirurgia para a maioria dos pacientes. Contudo, a publicação dos estudos EXCEL

DKCRUSH-V: lo más simple no siempre es lo mejor en el tronco de la coronaria izquierda

DKCRUSH-V: o mais simples nem sempre é o melhor quando se trata de tronco da coronária esquerda

Gentileza de la SBHCI. A angioplastia de uma bifurcação verdadeira do segmento distal do tronco da coronária esquerda com a técnica de duplo kissing (DK) crush com dois stents resulta em uma menor falha da lesão alvo em um ano quando comparada com a estratégia do stent provisional. Dito achado foi conduzido basicamente por uma menor taxa de

Técnica Doble Crush Doble Kissing vs. stent provisional

Técnica Duble Crush Duble Kissing vs. stent provisional em 5 anos

Gentileza do Dr. Guillermo Migliaro. A técnica de provisional stenting (PS) consiste na colocação de stent no vaso principal e no ramo lateral somente no caso de apresentar resultado subótimo (como por exemplo, fluxo TIMI < 3, disseção limitante de fluxo ou estenose residual de alto grau). Vários estudos demonstraram que essa técnica é comparável

Bifurcación de tronco de coronaria distal: cantidad de stents

Bifurcação de tronco de coronária distal: um ou dois stents?

Gentileza Dr. Carlos Fava. A angioplastia (ATC) do tronco de coronária esquerda (TCE) não protegida tem crescido de forma significativa nos últimos anos.   Uma das grandes incógnitas ainda não resolvidas é se na lesão distal um stent é melhor que dois e como se dá a evolução.   Foram incluídos 937 pacientes que receberam

bifurcaciones tap o culotte provisional stenting

Culotte vs. TAP em bifurcações: qual é melhor?

Gentileza do Dr. Agustín Vecchia.   A estratégia do stent provisional continua sendo o padrão para tratar lesões de bifurcação. Contudo, uma porcentagem de lesões deve ser tratada com stents utilizando-se outras técnicas. Quando se aplica a técnica do stent provisional e se decide colocar um segundo stent, a técnica TAP (T and protrusion) foi

stents liberadores de farmacos

Xience V: Seguro em bifurcações da “vida real”

Gentileza do Dr. Rodrigo Abreu.   INTRODUÇÃO O tratamento das bifurcações evoluiu consideravelmente nos últimos anos: da angioplastia com balão – que apresentava alta taxa de oclusão e reestenose – à angioplastia com stents metálicos – cujo procedimento apresentava um sucesso da ordem de 86%, com MACE em 1 ano de 32% –. Posteriormente, com

balon no complaciente

Balões não complacentes melhoram os resultados em bifurcações

Gentileza do Dr. Carlos Fava. O stent provisional é a estratégia de escolha nas bifurcações, mas a dissecção ostial do ramo secundário (RS) é uma complicação séria. A utilização de balões não complacentes (BNC) assegura uma expansão uniforme, equitativa e controlada ao longo do balão, o que diminui o risco de dissecções. O Registro COBIS

A melhor estratégia para o vaso acessório em bifurcações

Título original: Optimal Strategy for Provisional Side Branch Intervention in Coronary Bifurcation Lesions. 3 – Year Outcomes of the SMART – STRATEGY Randomized Trial. Referência: Song YB et al. J Am Coll Cardiol Intv 2016;9:517-26.   Gentileza do Dr. José A. G. Álvarez.   A presente publicação é sobre o seguimento de três anos do estudo

Em bifurcações menos é mais, também a longo prazo

Título original:Optimal Strategy for Provisional Side Branch Intervention in Coronary Bifurcation Lesions3-Year Outcomes of the SMART-STRATEGY Randomized Trial. Referência:Young Bin Song et al. J Am Coll Cardiol Intv. 2016;9(6):517-526.   Este estudo comparou os resultados de longo prazo da estratégia conservadora vs. agressiva para a técnica de stent provisional nas bifurcações coronárias. Já foi relatado que

Balão eluidor de fármacos vs. DES de segunda geração para reestenose em bifurcações

Título original: Drug-eluting balloon versus second-generation drug-eluting stent for the treatment of restenotic lesions involving coronary bifurcations”. Referência: Toru Naganuma et al. EuroIntervention 2016;11:989-995 Gentileza do Dr. Santiago F. Coroleu.  A angiografia que envolve reestenose intrastent (ISR), especialmente se esta se apresenta em bifurcações coronárias, está associada à alta taxa de reestenose recorrente e à necessidade

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